
Oi galera, Tô aí de novo, pra mostrar uma crônica que fiz em meio ao material desenvolvido para o Dia Municipal da Juventude em Belo Horizonte, que será realizado dia 23 de setembro. Espero que gostem e principalmente: concordem!Obrigada pelo espaço! Cíntia Neves
Em uma rápida análise dos principais veículos de comunicação, websites e propagandas existentes no Brasil a percepção que temos é negativa: o Jovem é tratado com natural superficialidade.
Se esse é ou não o perfil do jovem contemporâneo, isso não está sendo discutido e nem precisa ser estereotipado pelas mídias. Obviamente os jovens atuais, não são os mesmos jovens aguerridos da década de 60, juventude vibrante com força para a participação nos processos políticos do Brasil, pessoas com sensibilidade para viver lutas pela justiça social, liberdade de expressão ou principalmente por um ideal: estamos à mercê do mercado de consumo, um mundo frívolo do individualismo, a tônica contemporânea e o estilo cosmopolitan do status ter.
Realmente temos vários porquês de sermos tratados dessa maneira, porém, nem todos merecem o desprestígio de serem comparados a estrelas globais, atores de seriado ao personagens marcados dos telejornais. Existe muito jovem ai preocupado com uma guerra que talvez não nos leve mais a reunir em ruas, pintar a cara ou explodir em manifestos contra o governo.
Nossas aspirações são maiores e nossa objetividade é diferente. Acreditamos que o bem e o mal estão na mesma face da moeda. Uma moeda de injustiça, de extravio econômico e preconceito, monstros que não podemos mais enfrentar com apenas faixas de impacto ou alusões pífias em datas comemorativas. Nossa briga é com uma humanidade esfacelada pelo tempo e pela ambição, por carrascos vestidos de terno e gravata e que não tem direito ao menos de serem considerados cidadãos, pois eles matam roubam e aniquilam sonhos a serviço de uma pátria.
Sabemos quem são e como são os atores que empobrecem a nossa vida e a nossa mocidade, mesmo que por muitas vezes eles não tenham rostos, apenas são marcas e produtos pertencentes ao imaginário social meu, seu de todo mundo. Da menina que mora na zona sul ou do adolescente de um aglomerado.
A coisa não é tão simples como se imaginava, não é apenas o barato do dinheiro ao a falta de aspiração ideológica. Somos jovens fracos e omissos porque é esse o planeta que nos fora apresentados. Muito prazer mundo novo, hipócrita e descrente. O que será da próxima geração de jovens se não houver umas conversão de valores? E olha, não estou falando dos mesmos valores de autrora: esses já foram apresentados. E no que deu? Em nada. Ou seja, enquanto houver tempo, pare e pense, pois, pior que ser julgado pelos clichês da tv vai ser aquele julgamento que você fará por si só, aquele que marcará a sua existência.
Em uma rápida análise dos principais veículos de comunicação, websites e propagandas existentes no Brasil a percepção que temos é negativa: o Jovem é tratado com natural superficialidade.
Se esse é ou não o perfil do jovem contemporâneo, isso não está sendo discutido e nem precisa ser estereotipado pelas mídias. Obviamente os jovens atuais, não são os mesmos jovens aguerridos da década de 60, juventude vibrante com força para a participação nos processos políticos do Brasil, pessoas com sensibilidade para viver lutas pela justiça social, liberdade de expressão ou principalmente por um ideal: estamos à mercê do mercado de consumo, um mundo frívolo do individualismo, a tônica contemporânea e o estilo cosmopolitan do status ter.
Realmente temos vários porquês de sermos tratados dessa maneira, porém, nem todos merecem o desprestígio de serem comparados a estrelas globais, atores de seriado ao personagens marcados dos telejornais. Existe muito jovem ai preocupado com uma guerra que talvez não nos leve mais a reunir em ruas, pintar a cara ou explodir em manifestos contra o governo.
Nossas aspirações são maiores e nossa objetividade é diferente. Acreditamos que o bem e o mal estão na mesma face da moeda. Uma moeda de injustiça, de extravio econômico e preconceito, monstros que não podemos mais enfrentar com apenas faixas de impacto ou alusões pífias em datas comemorativas. Nossa briga é com uma humanidade esfacelada pelo tempo e pela ambição, por carrascos vestidos de terno e gravata e que não tem direito ao menos de serem considerados cidadãos, pois eles matam roubam e aniquilam sonhos a serviço de uma pátria.
Sabemos quem são e como são os atores que empobrecem a nossa vida e a nossa mocidade, mesmo que por muitas vezes eles não tenham rostos, apenas são marcas e produtos pertencentes ao imaginário social meu, seu de todo mundo. Da menina que mora na zona sul ou do adolescente de um aglomerado.
A coisa não é tão simples como se imaginava, não é apenas o barato do dinheiro ao a falta de aspiração ideológica. Somos jovens fracos e omissos porque é esse o planeta que nos fora apresentados. Muito prazer mundo novo, hipócrita e descrente. O que será da próxima geração de jovens se não houver umas conversão de valores? E olha, não estou falando dos mesmos valores de autrora: esses já foram apresentados. E no que deu? Em nada. Ou seja, enquanto houver tempo, pare e pense, pois, pior que ser julgado pelos clichês da tv vai ser aquele julgamento que você fará por si só, aquele que marcará a sua existência.
Um comentário:
essa eh cintia neves
Postar um comentário