Se você não passou por isso, com certeza tem uma amiga, prima ou conhecida que já esteve em situação parecida, afinal de contas, toda mulher tem dessas crises...
Teoria do Biscoito
Homem é igual a biscoito: vai um, vêm 18. Funciona assim: quando a gente está carente, sozinha, solteira, e sai ligando para todos os paqueras, ex-namorados, rolos e afins, ninguém te quer, não é? Pois é. Essa é a primeira fase: tocos em profusão. E aí vem a segunda fase, e no meu caso, a coisa muda um pouco de figura. Na fase dois, a gente resolve que não precisa de homem nenhum para ficar bem, e aí aparece um só para contradizer nossa certeza de auto-suficiência (e aí vem os poréns), o cara é interessante, não é de se jogar fora, e, surpresa, vocês começam a descobrir muitas, várias coisas em comum, e aquele cara que você já conhecia e ainda não tinha notado, se torna praticamente o príncipe encantado que teimava em não aparecer na sua vida.
No entanto, como nada costuma vir muito fácil, e a lei de Murphy vai imperar também nas relações amorosas de sua vida; esse suposto príncipe namora, mostra sinais de confusão na mente por ter te conhecido “melhor”, mas não mostra intenção de terminar o seu relacionamento. E você que há pouco tempo atrás era auto-suficiente, e tinha a maior certeza do mundo de que ter alguma coisa séria com alguém não valeria a pena, pois vendo suas amigas, conhecidas, primas e afins se frustrando sempre nos relacionamentos, decidiu que não quer isso na sua vida, e isso, seria algo muito improvável de se acontecer em médio prazo em sua vida, completamente desacreditada nos homens e suas idéias, se descobre sonhando pelos cantos com o rapaz, fazendo planos, criando expectativas, jogando toda a sua auto-suficiência pelo ralo. E é aí que tudo começa a se complicar.
Você que era uma mulher decidida, tranqüila, lentamente começa a se tornar a mais insegura; tem medo de que ele te de um fora a qualquer momento, tem medo de que ele não te ligue, tem medo de que ele ligue, e diga que não quer nada, tem medo de ele não ligar, e simplesmente sumir. Enfim, tem medo de tudo que possa acontecer, e passa a ter uma única certeza: Você está gostando dele (ok, Murphy gosta tanto de você, que até nesse momento ele vai atuar), e além de sonhar pelos cantos, você vai se flagrar em várias situações engraçadas e constrangedoras, como: confundir o nome do dito cujo com o de outra pessoa; identificar o perfume dele em suas roupas e cheira-la várias vezes (não fique com vergonha, você não é a única nessa situação ridícula), e agora a melhor parte, algo que toda moçoila apaixonada vai fazer e rir de si mesma depois: se flagrar acarinhando o rapaz, imaginando como é bom estar ali naquele momento, e implorar para o tempo parar ali naquele instante, pra que você possa ficar curtindo-o.
E aí tudo começa a piorar, você começa a ler livros que falam sobre amor e sexo, e sua quase impossível ligação, escuta músicas românticas, e vai se lembrar de quem? Dele é claro. E começa a perceber que não é nada legal vê-lo durante a semana, e nos fins de semana, você vai ter ainda mais vontade de encontra-lo. E óbvio, não vai poder, porque ele está com a namorada.
Fica decidido então, que você vai seguir em frente, e continuar aberta a possíveis novos relacionamentos, para tentar esquece-lo e aí entra em ação a fase três: todos aqueles rapazes citados na fase um, misteriosamente entram em ação (cá entre nós, desconfio que eles se reúnam e decidem te testar até o seu limite), e resolvem te procurar desenfreadamente. Como boa moça que é, você resolve dar uma chance a um dos pobres meninos que tanto se esforçaram, mas, ao dar essa chance, você percebe que dará chances à mais alguns garotos, e é bem provável que seja em vão. Pois ao sair com eles, quem vai estar em seu pensamento, vai ser aquele que namora, e não tem a menor idéia do que realmente quer com você. Mas ainda assim, continua aberta a possíveis relacionamentos, e quando menos esperar, e desencantar por esse rapazote compromissado, seu príncipe enfim aparecerá, e serão felizes para sempre enquanto durar.
Deborah Miranda
Fica decidido então, que você vai seguir em frente, e continuar aberta a possíveis novos relacionamentos, para tentar esquece-lo e aí entra em ação a fase três: todos aqueles rapazes citados na fase um, misteriosamente entram em ação (cá entre nós, desconfio que eles se reúnam e decidem te testar até o seu limite), e resolvem te procurar desenfreadamente. Como boa moça que é, você resolve dar uma chance a um dos pobres meninos que tanto se esforçaram, mas, ao dar essa chance, você percebe que dará chances à mais alguns garotos, e é bem provável que seja em vão. Pois ao sair com eles, quem vai estar em seu pensamento, vai ser aquele que namora, e não tem a menor idéia do que realmente quer com você. Mas ainda assim, continua aberta a possíveis relacionamentos, e quando menos esperar, e desencantar por esse rapazote compromissado, seu príncipe enfim aparecerá, e serão felizes para sempre enquanto durar.
Deborah Miranda
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