terça-feira, 3 de julho de 2007

Amor é prosa, sexo é poesia.

Marcos Tavares (um dos autores deste blog) não gosta da forma com que Arnaldo Jabor escreve, e deixou isso claro no post logo abaixo.Já eu (Deborah Miranda) sou fã assumida, apesar de achar que em alguns casos, ele é extremamente exagerado ao defender os interesses da Rede Globo, mas, ninguém é perfeito.

Amor é prosa, sexo é poesia


Em uma de suas crônicas afetivas Jabor escreve sobre as diferenças sobre sexo e amor (crônica essa que rendeu uma música a Rita Lee). E é fato, muitos vão pensar: “Não há diferença, sexo e amor são a mesma coisa”. No entanto, eu vos digo; não são a mesma coisa. Podem até estar indiretamente ligados, mas não são iguais.
Amor é algo divino, inexplicável, não se escolhe quem ama, simplesmente acontece em meio ao acaso. É uma busca de redenção, já o sexo é mais realista, envolve pele, toque, cheiro. Acontece por escolha, é algo que também não pode ser explicado, mas, pode ser entendido. O amor precisa do pensamento, o sexo do corpo.
O amor pode atrapalhar o sexo. No entanto, no sexo também há riscos, você pode se apaixonar, ou pior, o amor, pode virar amizade. Há camisinha para o sexo seguro, mas não há camisinha para o amor. O amor pode te pegar desprevenido á qualquer momento, já o sexo dá controle.
Amor é mulher, sexo é homem. Para as mulheres é perfeitamente possível que sexo seja conciliado com amor, algumas dirão até que não existe sexo sem amor. Todavia, para os homens, sexo é apenas sexo, a busca pelo prazer, e em alguns casos, até pode ter uma relação com o amor, mas jamais terão o significado que tem para a mulher.Levando-se em consideração que hoje o sexo muitas vezes é banalizado, visto como diversão, ou só prazer. E eu ouso dizer que, com essa banalização aquele que encontrar o sexo por amor, prazer e diversão no relacionamento, pode juntar as “trouxas” e casar, porque isso é raro.Enfim, sexo e amor, tentam nos afastar da morte, e nos tornar se não melhores, mais realizados.

Nenhum comentário: