
Rede de conversão, novas mídias, mudanças nos modelos e diretrizes dos contextos tecnológicos, buscas constantes, cada momento, uma nova regra. Estar interado ao atual “mundo cibernético” não é tarefa fácil, principalmente quando nos deparamos com um amanhã incerto, porque o brinquedinho da moda mudou.
Como ser interlocutor do tempo onde espaços estão sendo remodelados e definições, por hora já estabelecidas, se quebram cotidianamente? Cada um pede um espaço, cada um tem por definição um conceito, mas afinal, o que é conceito? O que está certo ou errado? Quais são os agentes? Como saber se sua rede de integração é a mais compatível de todas?
Tornamos-nos frágeis, como tudo aquilo que é produzido e reproduzido nas novas tecnologias. É como se o avanço nos dissesse: não há certo, nem errado, o que é possível é se propagar... Porém, essa falta de sedimentação é também benéfica, um beneficio pautado pela experimentação, um local em que tudo se constrói e reconstrói da mesma maneira. Arte, cultura, jornalismo, entretenimento, temos um avanço jamais conquistado
A responsabilidade aumentou a aqueles que de alguma maneira vivem do “manejo” intelectual. É preciso ser real, virtual, diferenciar o acadêmico, o experimental, praticar e estabelecer novas diretrizes, além de saber conviver com os direitos “autorais”. As buscas também mudaram, um cosmopolita sabe que os espaços são amplos, no entanto, ainda nem sempre confiáveis. Nessa rede de relacionamentos e vivências se faz presente o indivíduo que surge com uma nova roupagem e remodelagem: a tudo por se fazer!!!
Aí está a nova era: uma vibe de suposições!
· Se vc quiser saber mais sobre o jornalismo, novas mídias e mudanças na teia global acesse o site da TV Minas. Lá vc encontra os links super atualizados do Programa Rede Mídia.
Como ser interlocutor do tempo onde espaços estão sendo remodelados e definições, por hora já estabelecidas, se quebram cotidianamente? Cada um pede um espaço, cada um tem por definição um conceito, mas afinal, o que é conceito? O que está certo ou errado? Quais são os agentes? Como saber se sua rede de integração é a mais compatível de todas?
Tornamos-nos frágeis, como tudo aquilo que é produzido e reproduzido nas novas tecnologias. É como se o avanço nos dissesse: não há certo, nem errado, o que é possível é se propagar... Porém, essa falta de sedimentação é também benéfica, um beneficio pautado pela experimentação, um local em que tudo se constrói e reconstrói da mesma maneira. Arte, cultura, jornalismo, entretenimento, temos um avanço jamais conquistado
A responsabilidade aumentou a aqueles que de alguma maneira vivem do “manejo” intelectual. É preciso ser real, virtual, diferenciar o acadêmico, o experimental, praticar e estabelecer novas diretrizes, além de saber conviver com os direitos “autorais”. As buscas também mudaram, um cosmopolita sabe que os espaços são amplos, no entanto, ainda nem sempre confiáveis. Nessa rede de relacionamentos e vivências se faz presente o indivíduo que surge com uma nova roupagem e remodelagem: a tudo por se fazer!!!
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